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Perguntas sobre a Formação  

 

Formação em TransPsicomotricidade Educacional (24 meses) e Clínica (+12 meses):

 

Psicomotricidade com base no Pensamento Complexo e Transdisciplinar

 

... perguntas mais usuais... e algumas informações adicionais...

Quando desejamos um aprofundamento em uma das linhas de compreensão da espiral de desenvolvimento humano, a exemplo do que ocorre usualmente aos graduados nas áreas de Saúde e Educação, buscamos os cursos de Pós-graduação e Extensão, que proporcionam a atualização e instrumentalização necessárias à especialização naquele saber escolhido, no enfoque almejado. Onde se situa a Formação neste contexto? Uma Formação é um curso de extensão, com uma carga horária usualmente superior ao curso de Pós-graduação e onde o conhecimento é focado em uma abordagem única. Idealmente, as Pós-graduações abrem as janelas das diferentes abordagens existentes, informando suas estruturas e as Formações são o aprofundamento necessário em uma destas áreas de compreensão e intervenção.

 

 

 

“A Psicomotricidade baseia-se em uma concepção unificada da pessoa, que integra as interações cognitivas, sensoriomotoras e psíquicas na compreensão das capacidades de ser e de expressar-se, a partir do movimento, em um contexto psicossocial. Ela se constitui por um conjunto de conhecimentos psicológicos, fisiológicos, antropológicos e relacionais que permitem, utilizando o corpo como mediador, abordar o ato motor humano com o intento de favorecer a integração deste sujeito consigo e com o mundo dos objetos e outros sujeitos.” (Costa, 2002)

 

Isso demonstra sua epistemologia complexa e transdisciplinar por vocação. Em virtude disto, a Psicomotricidade é chamada de “ciência encruzilhada”, recebendo facilmente profissionais das mais variadas áreas, que sempre acabam por se beneficiar de suas premissas e hipóteses em suas práticas, sejam elas educacionais ou clínicas.

 

O Psicomotricista, em decorrência de sua abordagem original de intervenção, construída na relação e através de técnicas corporais, dispõe de práticas profiláticas, educativas, reeducativas e terapêuticas em seu campo de atuação.

 

 

 

Buscar uma forma de pensamento que consiga encontrar saídas mais eficientes para os problemas, cada vez mais complexos, do cotidiano de nosso planeta é o objetivo do Pensamento Complexo. Parte-se do princípio que a lógica reducionista, que utilizamos ainda hoje – a lógica cartesiana da simplificação – que apesar de avessa à filosofia psicomotora, ainda nutre sua compreensão dos fenômenos - não é mais suficiente para resolver nossas inúmeras e imensas dificuldades coletivas. É preciso, portanto, “complexificar” nosso olhar.

 

Segundo alguns autores:

 

“Pensamento Complexo é aquele capaz de considerar todas as influências recebidas: internas e externas”. (Petraglia, 1995:47).

 

“É a viagem em busca de um modo de pensamento capaz de respeitar a multidimensionalidade, a riqueza, o mistério do real; e de saber que as determinações - cerebral, cultural, social, histórica - que se impõem a todo pensamento co-determinam sempre o objeto de conhecimento. É isto que eu designo por pensamento complexo”. (Morin, 1980:14).

 

“O termo ”complexidade“, enquanto definição, surgiu em sua sua obra (Edgar Morin) só a partir do final dos anos 60, advindo da cibernética, da teoria dos sistemas e do conceito de auto-organização”. (Petraglia, 1995:47).

 

“Complexidade é a qualidade do que é complexo. O termo vem do latim: complexus, que significa o que abrange muitos elementos ou várias partes. É um conjunto de circunstâncias, ou coisas interdependentes, ou seja, que apresentam ligação entre si. Trata-se da congregação de elementos que são membros e partícipes do todo. O todo é uma unidade complexa”. (Petraglia, 1995:48).

 

“Em ‘transdisciplinaridade’ há, com efeito, ‘trans’ e ‘disciplina’. Dois mundos divergentes, um aberto para o efeito trans, o outro tão austero e racional quanto possível: a disciplina. No entanto, entre trans e disciplina esconde-se uma dinâmica e uma interação constante: a intenção de considerar as qualidades próprias às disciplinas e de abrí-las, de fazer com que se comuniquem entre si e nos mais altos níveis pelo trans. Restituir de algum modo à ordem viva, a das trocas e do sentido, o caráter demasiadamente fixo, demasiadamente determinista das disciplinas e, pela sua união ou osmose, extraí-las do gueto das especialidades para restituí-las à vida e mesmo a novas ciências”. (Random, 2000:17)

 

“Como é possível, nos dias de hoje, não ver a necessidade de desenvolvimento do conhecimento científico nas Ciências Humanas que as conduza, gradativamente, a restituir o diálogo direto entre as disciplinas, entre o sujeito e o objeto ou entre o observador e aquele que é observado? O problema do sujeito (seja ele considerado como ator ou agente) é inelutável nas Ciências Humanas. Em uma época de mudança do paradigma científico, a verdadeira questão não é simplesmente o enriquecimento do espírito, nem simplesmente a consciência do sentido da complexidade, mas uma radical e profunda reforma do pensamento, segundo a expressão de Edgar Morin, que supere todas as formas de reducionismo”. (Pena-Veja & Nascimento, 1999:8, 9).

 

 

 

Quando desejamos um aprofundamento em uma das linhas de compreensão da espiral de desenvolvimento humano, a exemplo do que ocorre usualmente aos graduados nas áreas de Saúde e Educação, buscamos os cursos de Pós-graduação e Extensão, que proporcionam a atualização e instrumentalização necessárias à especialização naquele saber escolhido, no enfoque almejado. Onde se situa a Formação neste contexto? Uma Formação é um curso de extensão, com uma carga horária usualmente superior ao curso de Pós-graduação e onde o conhecimento é focado em uma abordagem única. Idealmente, as Pós-graduações abrem as janelas das diferentes abordagens existentes, informando suas estruturas e as Formações são o aprofundamento necessário em uma destas áreas de compreensão e intervenção.

 

 

 

A Transpsicomotricidade, como a conhecemos hoje, se desenvolve a partir de 2000, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com as pesquisas realizadas pelo Prof. Dr. Eduardo Costa e pela Profª. L.D. Martha Lovisaro, ambos Psicomotricistas Clínicos e Educacionais, na busca de ampliar ainda mais as reflexões sobre a prática psicomotora através do pensamento complexo. Vai se ocupar de extenso campo: do Casal Grávido ao Idoso, atuando sempre no sentido de uma harmonização na espiral evolutiva de cada sujeito em seu contexto sócio-econômico-cultural-ecológico-espiritual. Esta proposta traz suas contribuições nas áreas da Profilaxia, Educação e Clínica, classificação didática, que diferencia, mas não deve fragmentar o objeto de estudos da TransPsicomotricidade: o corpo do sujeito em movimento em suas múltiplas interações.

 

A partir de 2016, devido ao rompimento da parceria entre seus criadores, a Formação em TransPsicomotricidade Educacional e Clínica passa a ter apenas o Psicomotricista Eduardo Costa na Coordenação Geral, sendo desenvolvida em diferentes instituições nas cidades do Rio de Janeiro, Goiânia, Fortaleza, Belo Horizonte e São Paulo com a Coordenação Adjunta de Fabienne Bruce e Renata Costa.

 

Em 2016 também iniciamos a parceria com a Psicomotricista Dayse Campos, referência na Psicomotricidade Brasileira, precursora no Ceará, com as Turmas Fortaleza das Formações em TransPsicomotricidade Educacional e Clínica.

 

 

 

O TransPsicomotricista Educacional pode atuar no âmbito da Profilaxia, onde podemos perceber a importância da intervenção com o casal grávido, facilitando a elaboração física e emocional da chegada de um novo bebê; temos também a atuação em creches, nos berçários (zero a três meses), através da orientação e preparação das equipes para atender às demandas manifestas nos discursos não-verbais dos bebês e denunciando a rede de interações e retro-interações; nos hospitais, auxiliando bebês, crianças, adolescentes e suas famílias, através do brincar e do tocar, na travessia da situação de internação, além de contribuir para a humanização dos serviços através do convite ao diálogo transdisciplinar, em prol do reconhecimento da singularidade complexa dos sujeitos hospitalizados e suas necessidades.No campo da Educação, a prática transpsicomotora atua em creches e escolas, favorecendo o desenvolvimento infantil, facilitando a aprendizagem, auxiliando na maturação do pensamento através da ação e prevenindo distorções além de contribuir na compreensão transdisciplinar do contexto ecológico-econômico-relacional em que se encontram inseridos os sujeitos dos processos pedagógicos, incentivando a propagação dos sete saberes necessários à educação no próximo milênio, propostos por Morin e a UNESCO e adotados como objetivos transpsicomotores. O TrPm Clínico tem objetivos comuns às outras terapias, ou seja, resgatar a unidade do sujeito com dificuldades, em seu encontro com o mundo, contudo, nosso viés consiste de um olhar/escuta para os discursos corporais, acompanhando-os em sua expressividade multidimensional. Sempre de forma a aceitar a complexidade do sujeito e a necessidade da autocrítica constante na lógica do terceiro termo incluso. Atuamos no sentido da co-autoria do processo terapêutico, visando a ausência de modelos rígidos de conduta e aceitando o acaso e a incerteza.

 

 

 

TRANSDISCIPLINARIDADE

 

Que se sustenta no seguinte tripé:

 

- Considerar cada problema não mais a partir de um único nível de Realidade, mas situando-o simultaneamente no campo de vários níveis de Realidade;

 

- Não mais esperar encontrar a solução de um problema nos termos de “verdadeiro” ou “falso” da lógica binária, mas recorrer a novas lógicas, particularmente à lógica do terceiro termo incluso: a solução de um problema só pode ser encontrada pela conciliação temporária dos contraditórios, ligando-os a um nível de Realidade diferente daquele no qual esses contraditórios se manifestam;

 

- Reconhecer a complexidade intrínseca do problema, isto é, a impossibilidade da decomposição desse problema em partes simples, fundamentais. Na ausência de fundamentos, ausência que caracteriza o mundo atual, “mudar de sistema de referência” também quer dizer tomar como fundamento precisamente a ausência de fundamentos. Em outras palavras, substituir a noção de “fundamento” pela coerência deste mundo multidimensional e multireferencial.

 

 

 

a) Geral:

 

- INSTAURAR:

 

  • APRENDER A CONHECER;
  • APRENDER A FAZER;
  • APRENDER A VIVER JUNTO;
  • APRENDER A SER.

 

b) Específico:

 

Formar Psicomotricistas Educacionais e Clínicos à luz da compreensão complexa da espiral do desenvolvimento humano em prol da reforma do pensamento e das ações mais eficazes para a harmonia e paz da coletividade.

 

 

 

Programa da Formação em TransPsicomotricidade Educacional


1 - Aula Inaugural: Trpm Ed - Enquadre, Objetivos e Bases Éticas


2 - Psicomotricidade, Arte-Educação, Pensamento Complexo e Transdisciplinaridade: Conceitos e Norteadores Teóricos


3 - Bases Psicomotoras das Cegueiras do Conhecimento: O Erro e a Ilusão


4 - TransPsicomotricidade, Saberes Tradicionais e Transreligião; Bases TransPsicomotoras do Conhecimento Pertinente


5 - Bases TransPsicomotoras da Condição Humana


6 - Espiral do Desenvolvimento: Do Bebê ao Idoso I - Diálogo Tônico-Emocional e Intersubjetividade


7 - Espiral do Desenvolvimento: Do Bebê ao Idoso II - Ordem/Desordem/Interação/Organização


8 - Bases TransPsicomotoras da Identidade Terrena


9 - Bases Psicomotoras do Ensinar a Compreensão & Enfrentar às Incertezas

 

10 - Bases Psicomotoras do Ensinar a Compreensão & Enfrentar às Incertezas


11 - Supervisão de Práticas TransPsicomotoras I -  Vídeo em grupo


12 - Supervisão de Práticas TransPsicomotoras II - Vídeo Individual 1


13 - Supervisão de Práticas TransPsicomotoras III - Vídeo Individual 2


14 - Supervisão de Práticas TransPsicomotoras IV - Vídeo individual 3


15 - WORKSHOP: A Ética do Gênero Humano -Imersão Vivencial


16 – Bases TransPsicomotoras do Conhecimento Pertinente II + Erro e Ilusão II Aprofundamento do Trabalho Pessoal 


17 – Bases TransPsicomotoras da Condição Humana II - Aprofundamento do Trabalho Pessoal


18 – Bases TransPsicomotoras do Ensinar a Identidade Terrena II & Enfrentar as Incertezas II – Aprofundamento do Trabalho Pessoal


19 - Bases TransPsicomotoras do Ensinar a Compreensão II + Ética do gênero humano II - Aprofundamento do Trabalho Pessoal


20 - Supervisão de Práticas TransPsicomotoras V - Vídeo Individual 4

 

21 - Supervisão de Práticas TransPsicomotoras VI - Vídeo Individual 5


22 – Supervisão de Práticas TransPsicomotoras VII - Vídeo Individual 6


23 - Entrevistas Finais - Grupo de convívio e individual


24 - Apresentação de projeto de artigo final, vivências e encerramento

 

 

 

A proposta é desenvolvida a partir da integração teórico-prática compondo-se de:

 

a) Aulas expositivas dialógicas,

 

b) Discussão sobre bibliografia básica,

 

c) Vivências didáticas e de sensibilização,

 

d) Ateliês de pesquisa transdisciplinar,

 

e) Fórum transdisciplinar,

 

f) Workshops

 

 

 

A Formação em TrPm Educacional, que tem a carga horária de 510 horas (280 teóricas, 200 de trabalho pessoal e 30 de TCC), realizada em 24 meses, sempre respeitando o tempo de cada formando, solicita do discente as seguintes tarefas:

 

- Presença e participação ativa, em 75% das aulas teóricas e 100% nas Vivências TransPsicomotoras (Formação Pessoal).

 

- Estabelecimento de um grupo de convívio (GC) fixo, composto de discentes, com a meta de realizar:

 

a) grupo de estudos, debates e apoio

 

b) elaboração dos trabalhos e apresentações

 

c) elaboração monográfica ao final

 

- Leituras e formulação de questões sobre textos previamente selecionados.

 

- Elaboração de um trabalho teórico (ordem-desordem-organização), solicitado pelos formadores, em seu GC., incluindo a apresentação do mesmo.

 

- Elaboração de um vídeo em GC, com o registro da atuação do grupo junto a um dos públicos da TrPm Educacional.

 

- Elaboração de dois vídeos com o registro da atuação discente junto a um dos públicos da TrPm Educacional, sendo que o segundo, após a realização da supervisão dos docentes com as indicações para aperfeiçoamento do mesmo.

 

- Ida ao Workshop, assim como moderação de uma vivência TransPsicomotora com o grupo presente.

 

- Realização de uma auto-avaliação constante das dificuldades encontradas no caminho.

 

- Elaboração Monográfica, com seu GC., sobre tema pertinente à TrPm Educacional.

 

A Formação em TrPm Clínica, que tem a carga horária de 390 horas (200 teóricas, 160 de trabalho pessoal e 30 de TCC), realizada em 12 meses, sempre respeitando o tempo de cada formando, TEM COMO PRÉ-REQUISITO A FINALIZAÇÃO E APROVAÇÃO NA FORMAÇÃO EM TRANSPSICOMOTRICIDADE EDUCACIONAL e solicita do discente as seguintes tarefas:

 

- Presença e participação ativa, em 75% das aulas teóricas e 100% nas Vivências TransPsicomotoras (Formação Pessoal).

 

- Leituras e formulação de questões sobre textos previamente selecionados.

 

- Elaboração de dois trabalhos (ordem-desordem-organização), solicitados pelos formadores, incluindo a apresentação dos mesmos.

 

- Elaboração de dois vídeos com o registro da atuação discente junto a um dos públicos da TrPm Clínica, sendo que o segundo, após a realização da supervisão dos docentes com as indicações para aperfeiçoamento do mesmo.

 

- Entrada em Processo Terapêutico (psicoterápico) até o terceiro mês do início da Formação, permanecendo, no mínimo, por todo o período letivo.

 

- Realização do “Círculo Terapêutico”, onde cada discente tem a tarefa de acompanhar um colega de turma, em TrPm Clínica, por, no mínimo, 20 encontros.

 

- Atendimento clínico de uma criança entre 2 e 9 anos.

 

- Ida ao Workshop e moderação de uma vivência TransPsicomotora com o grupo presente.

 

- Realização de uma auto-avaliação constante das dificuldades encontradas no caminho.

 

- Elaboração Monográfica individual sobre tema pertinente à TrPm Clínica.

 

 

PERIODICIDADE:

 

RIO DE JANEIRO - MENSAL: Sábado e Domingo o dia todo.

 

BH, SP, GYN e FOR - MENSAL: 6ª à noite, Sábado o dia todo e Domingo pela manhã

 

 

IMPORTANTE

 

OBS 1: A Formação é um processo qualitativo, que varia conforme as possibilidades e empenho dos discentes, portanto, se faz necessário a partir da avaliação das tarefas acima, o aprofundamento em determinados temas. Este aprofundamento é realizado no decorrer da turma do ano seguinte, ou em turmas subseqüentes, a partir da conclusão do período letivo referente à inscrição do discente em questão.Trata-se da retomada das aulas teóricas, das práticas, do refazer de alguma das tarefas de pesquisa ou vídeo, avaliadas pelos docentes e pelo discente em entrevista de conclusão.

 

OBS 2: Para ambas as formações os critérios de avaliação das produções discentes referem-se à clareza dos princípios da TrPm, em suas especificidades Educacionais e Clínicas; a capacitação para as competências transpsicomotoras; o empenho e entrega nas dinâmicas de sensibilização realizadas; a verificação através de registro em vídeo, das possibilidades de atuação eficaz do futuro TrPm. A verificação da capacidade de realizar trabalhos científicos a respeito de temas ligados à Formação. Solicita-se que o formado em TrPm realize, no mínimo, uma reciclagem anual, (realizada através dos encontros e congressos de TrPm), além de seu processo pessoal e de supervisão, para manter-se ativamente ligado e autorizado a utilizar a identidade e a práxis TrPm.

 

A Formação em Transpsicomotricidade vem aceitar o desafio da complexidade e transcender ao dualismo corpo-mente, realizando uma ampliação poliocular nas leituras psicomotoras existentes, incluindo o ecológico, o espiritual, o artístico, além de outros múltiplos fatores que compõe a “unitas multiplex”, que é o ser humano.

 

 

 

FORMAÇÃO EM TRANSPSICOMOTRICIDADE EDUCACIONAL:

INSCRIÇÃO - R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais) + 24 cotas de R$ 330,00 (trezentos e trinta reais). 10% de desconto para pagamento integral (24 cotas + inscrição).

 

FORMAÇÃO EM TRANSPSICOMOTRICIDADE CLÍNICA:

INSCRIÇÃO - R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais) + 12 cotas de R$ 400,00 (quatrocentos reais). 10% de desconto para pagamento integral (12 cotas + inscrição).

 

 

 

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